sexta-feira, 30 de abril de 2010

inicio 2010

LEMBRANÇAS DE 2009

quinta-feira, 29 de abril de 2010

JOGOS 2010

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Oficina de Blog para dinamizadores no NTE - Uruaçu-GO

Hoje dia 23/04/2010, aconteceu no Laboratório de Informática do NTE Uruaçu-GO uma oficina de Blog, com ênfase na alimentação e atualização do mesmo.
Iniciamos a oficina, acessando o Portal do Professor e enviando um e-mail com o endereço do Blog do Col. Aeroporto para que o mesmo seja inserido no Portal e fique disponível para o Brasil todo.
Foram apresentadas várias sugestões de atividades para que possamo s estimular os professores a usar o Blog no contexto escolar.
Foram apresentadas sugestões para melhorar a interatividade do nosso Blog. Fizemos várias modificações, inclusive, mudamos o template e acrescentamos um Mural de Recados para que toda a comunidade escolar possa interagir aqui neste espaço.


Ao terminar mais essa etapa de oficina, aprendi muito e com certeza serei capaz de melhor auxiliar os professores e alunos da Unidade Escolar

FAMILIA NA ESCOLA

INTERCLASSE

segunda-feira, 19 de abril de 2010

FESTA DO DIVINO EM PIRENEPOLIS:PATRIMÔNIO IMATERIAL


Festa do Divino
Comemoração tem sete séculos de existência
Festa do Divino de Pirenópolis agora é Patrimônio Cultural Brasileiro



Agência Brasil

Publicação: 17/04/2010 14:58

Reconhecida no último dia 15 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, a Festa do Divino Espírito Santo é realizada todos os anos na cidade goiana de Pirenópolis, a 150 quilômetros da capital federal.

Praticamente toda a cidade se envolve na preparação dos festejos, que atraem visitantes de todo o mundo no mês de maio, data de sua realização.

"A festa já está enraizada no cotidiano dos moradores de Pirenópolis, determinando os padrões de sociabilidade local e consolidando-se como elemento fundamental da identidade cultural da cidade", diz o Iphan. Em suas pesquisas, o Iphan concluiu que a festa pode ser considerada um "fato social total".

Celebrada desde 1819, a Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis é a segunda manifestação religiosa registrada no Livro das Celebrações Religiosas da cidade. Ela é considerada uma das mais expressivas celebrações do Espírito Santo no país, por seu número de rituais, personagens e componentes, como a encenação das cavalhadas de mouros e cristãos, em que mascarados montados a cavalo percorrem as ruas da cidade e "lutam" em uma arena.
Extraído de: Agência Brasil-17 de abril de 2010 Edição Nádia Franco.
HISTÓRIA
A Festa do Divino é realizada sete semanas depois do Domingo de Páscoa, no dia de Pentecostes, para comemorar a descida do Espírito Santo sobre os doze apóstolos. Mas essa tradicional festa do folclore brasileiro é uma mistura de manifestações religiosas e profanas - isto é, sem caráter sagrado.

A origem da Festa do Divino se encontra em Portugal do século 14, com uma celebração estabelecida pela rainha Isabel (1271-1336) por ocasião da construção da igreja do Espírito Santo, na cidade de Alenquer. A devoção se difundiu rapidamente e tornou-se uma das mais intensas e populares em Portugal.

Por isso, chegou ao Brasil com os primeiros povoadores. Há documentos que atestam a realização da festa do Divino em diversas localidades brasileiras desde os séculos 17 e 18.

O Império do Divino
Originalmente, a Festa do Divino constituía-se do estabelecimento do Império do Divino, com palanques e coretos, onde se armava o assento do Imperador, uma criança ou adulto escolhido para presidir a festa, que gozava de poderes de rei. Tinha o direito, inclusive, de ordenar a libertação dos presos comuns, em certas localidades do Brasil e de Portugal.

Para arrecadar os recursos de organização da festa, fazia-se antecipadamente a Folia do Divino: grupos de cantadores visitavam as casas dos fiéis para pedir donativos e todo tipo de auxílio. Levavam com eles a Bandeira do Divino, ilustrada pela Pomba que simboliza o Espírito Santo e recebida com grande devoção em toda a parte. Essas Folias percorriam grandes regiões, se estendendo por semanas ou meses inteiros.

A Festa do Divino atual
A tradição da Festa do Divino se mantém viva ainda hoje em vários Estados brasileiros. Em Pirenópolis, Goiás, ela é uma mescla de várias manifestações folclóricas. Além das cavalhadas, representando as batalhas entre mouros e cristãos, há a alvorada, os mascarados e representação teatral. Na parte religiosa da festa, há novenas, missas e procissões.
Fonte http://educacao.uol.com.br/folclore/ult1687u36.jhtm acesso em 19/03/2010.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

INTERCLASSE 2010

FORAM REALIZADOS OS JOGOS DO INTER CLASSE DO COLÉGIO AEROPORTO
DE 06/04 A 16/04, OS ALUNOS SUARAM A CAMISA... E GOSTARAM...
AGUARDEM A PUBLICAÇÃO DA FOTO DOS VENCEDORES E UMA ENTREVISTA
EXLCUSIVA COM O ORGANIZADOR PROF. ANDERSON DUTRA

quarta-feira, 24 de março de 2010

ATIVIDADE 9 C

EM DUPLA, ELABORAR UM TEXTO SOBRE UMA DAS REVOLTAS
DA 1ª REPÚBLICA CITANDO:
ONDE E QUANDO OCORREU
QUEM PARTICIPOU
SE HAVIA LÍDER QUEM ERA?
QUAIS OS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS
COMO FOI O DESFECHO

quarta-feira, 17 de março de 2010

REVOLTAS NA PRIMEIRA REPÚBLICA

REVOLTA DA CHIBATA
Introdução
A Revolta da Chibata foi um importante movimento social ocorrido, no início do século XX, na cidade do Rio de Janeiro. Começou no dia 22 de novembro de 1910.
Neste período, os marinheiros brasileiros eram punidos com castigos físicos. As faltas graves eram punidas com 25 chibatadas (chicotadas). Esta situação gerou uma intensa revolta entre os marinheiros.

Causas da revolta
O estopim da revolta ocorreu quando o marinheiro Marcelino Rodrigues foi castigado com 250 chibatadas, por ter ferido um colega da Marinha, dentro do encouraçado Minas Gerais. O navio de guerra estava indo para o Rio de Janeiro e a punição, que ocorreu na presença dos outros marinheiros, desencadeou a revolta.

O motim se agravou e os revoltosos chegaram a matar o comandante do navio e mais três oficiais. Já na Baia da Guanabara, os revoltosos conseguiram o apoio dos marinheiros do encouraçado São Paulo. O clima ficou tenso e perigoso.

Reivindicações
O líder da revolta, João Cândido (conhecido como o Almirante Negro), redigiu a carta reivindicando o fim dos castigos físicos, melhorias na alimentação e anistia para todos que participaram da revolta. Caso não fossem cumpridas as reivindicações, os revoltosos ameaçavam bombardear a cidade do Rio de Janeiro (então capital do Brasil).

Segunda revolta
Diante da grave situação, o presidente Hermes da Fonseca resolveu aceitar o ultimato dos revoltosos. Porém, após os marinheiros terem entregues as armas e embarcações, o presidente solicitou a expulsão de alguns revoltosos. A insatisfação retornou e, no começo de dezembro, os marinheiros fizeram outra revolta na Ilha das Cobras. Esta segunda revolta foi fortemente reprimida pelo governo, sendo que vários marinheiros foram presos em celas subterrâneas da Fortaleza da Ilha das Cobras. Neste local, onde as condições de vida eram desumanas, alguns prisioneiros faleceram. Outros revoltosos presos foram enviados para a Amazônia, onde deveriam prestar trabalhos forçados na produção de borracha.

O líder da revolta João Cândido foi expulso da Marinha e internado como louco no Hospital de Alienados. No ano de 1912, foi absolvido das acusações junto com outros marinheiros que participaram da revolta.

Conclusão: podemos considerar a Revolta da Chibata como mais uma manifestação de insatisfação ocorrida no início da República. Embora pretendessem implantar um sistema político-econômico moderno no país, os republicanos trataram os problemas sociais como “casos de polícia”. Não havia negociação ou busca de soluções com entendimento. O governo quase sempre usou a força das armas para colocar fim às revoltas, greves e outras manifestações populares.


REVOLTA DA VACINA

Introdução
O início do período republicado da História do Brasil foi marcado por vários conflitos e revoltas populares. O Rio de Janeiro não escapou desta situação. No ano de 1904, estourou um movimento de caráter popular na cidade do Rio de Janeiro. O motivo que desencadeou a revolta foi a campanha de vacinação obrigatória, imposta pelo governo federal, contra a varíola.
Situação do Rio de Janeiro no início do século XX
A situação do Rio de Janeiro, no início do século XX, era precária. A população sofria com a falta de um sistema eficiente de saneamento básico. Este fato desencadeava constantes epidemias, entre elas, febre amarela, peste bubônica e varíola. A população de baixa renda, que morava em habitações precárias, era a principal vítima deste contexto.
Preocupado com esta situação, o então presidente Rodrigues Alves colocou em prática um projeto de saneamento básico e reurbanização do centro da cidade. O médico e sanitarista Oswaldo Cruz foi designado pelo presidente para ser o chefe do Departamento Nacional de Saúde Pública, com o objetivo de melhorar as condições sanitárias da cidade.
Campanha de Vacinação Obrigatória
A campanha de vacinação obrigatória é colocada em prática em novembro de 1904. Embora seu objetivo fosse positivo, ela foi aplicada de forma autoritária e violenta. Em alguns casos, os agentes sanitários invadiam as casas e vacinavam as pessoas à força, provocando revolta nas pessoas. Essa recusa em ser vacinado acontecia, pois grande parte das pessoas não conhecia o que era uma vacina e tinham medo de seus efeitos.
Revolta popular
A revolta popular aumentava a cada dia, impulsionada também pela crise econômica (desemprego, inflação e alto custo de vida) e a reforma urbana que retirou a população pobre do centro da cidade, derrubando vários cortiços e outros tipos de habitações mais simples.
As manifestações populares e conflitos espalham-se pelas ruas da capital brasileira. Populares destroem bondes, apedrejam prédios públicos e espalham a desordem pela cidade.
Em 16 de novembro de 1904, o presidente Rodrigues Alves revoga a lei da vacinação obrigatória, colocando nas ruas o exército, a marinha e a polícia para acabar com os tumultos. Em poucos dias a cidade voltava a calma e a ordem.